Gabriel Barbosa vive um novo momento da carreira no Santos. Depois de uma temporada com poucas oportunidades no Cruzeiro, o Menino da Vila retornou ao Peixe em 2026 para ter sequência e reencontrar o melhor futebol.
O começo, até agora, é positivo. São 12 jogos e sete gols marcados, além de duas assistências. No ano passado pela Raposa, por exemplo, ele só balançou as redes 13 vezes em 49 partidas, tendo sido reserva em praticamente metade delas.
Gabigol trata a terceira passagem pelo Peixe como um recomeço e a consolidação de um desejo que já existia desde quando ainda atuava pelo Cruzeiro.
– Era a minha vontade desde o ano passado. Em algum momento isso já tinha sido conversado, como expliquei na minha apresentação. O Santos é o time do meu coração, todo mundo sabe. É o time dos meus pais. É onde comecei a jogar bola praticamente, desde os oito anos – assegurou, em entrevista exclusiva ao ge.
– Para mim foi uma escolha simples. É um clube onde eu tenho, também, muitos amigos, bastante carinho. Sentia que era o momento de “recomeçar”, e nada melhor do que voltar pra casa – acrescentou.
Gabriel está próximo de alcançar uma marca importante pelo clube. Faltam nove gols para atingir os 100 com a camisa do Santos. Se marcar mais um, ele já empata com Ricardo Oliveira como o terceiro maior artilheiro do Peixe no século 21.
Apesar de ser uma meta pessoal, o atacante busca não colocar um prazo para isso.
– Espero fazer nove em um jogo só (risos). Deixa acontecer naturalmente. É claro que eu quero muito que isso aconteça, mas não tem um prazo. Tomara que seja rápido. Quanto antes, melhor.
No Santos, Gabriel Barbosa reencontrou Neymar. Os dois atuaram juntos pelo clube apenas uma vez, na despedida do ídolo, em 2013.
Agora, o atacante espera que os camisas 10 e 9 tenham mais minutos juntos em campo para que o entrosamento melhore e a equipe evolua coletivamente. Desta forma, na visão dele, o talento individual irá aparecer.
Fora de campo, os dois também são próximos. Além de amigos, Gabriel namora a irmã de Neymar. Entretanto, ele garante que a parte familiar é o assunto menos debatido nesta relação.
– É o que a gente menos conversa, a gente nem fala sobre isso (risos). Todo mundo vê ele como ídolo, pra mim também é. A nossa relação passa disso. Eu o vejo como uma pessoa normal. Ele também se porta como uma pessoa normal – relatou.
