A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por intermédio da 6ª Subdivisão Policial (6ª SDP) de Foz do Iguaçu, concluiu a investigação de uma tentativa de latrocínio ocorrida entre os dias 27 e 28 de abril de 2026.
De acordo com as investigações, um casal, proveniente de Guarujá, no litoral de São Paulo, solicitou uma corrida por aplicativo no município de Guarujá, utilizando nomes falsos, tendo como destino Foz do Iguaçu.
Na manhã do dia 28 de abril, já no bairro Cataratas, em Foz do Iguaçu, a vítima, um homem de 25 anos que trabalhava como motorista de aplicativo, foi surpreendida durante o trajeto e sofreu uma lesão na mão ao se defender de uma agressão de arma branca.
Na sequência, os envolvidos mantiveram a vítima sob contenção e subtraíram objetos pessoais e dinheiro. A tentativa de subtração do veículo não foi consumada após o automóvel ficar sem combustível.
A vítima recebeu atendimento médico e o veículo foi encaminhado para perícia.
No decorrer das investigações, a PCPR identificou os dois envolvidos e, após a conclusão das diligências, ambos foram indiciados pela prática de tentativa de latrocínio. Contra a mulher, de 19 anos, foi expedido um mandado para instalação de dispositivo de monitoramento eletrônico, em razão de seu avançado estado gestacional; enquanto contra o homem, também de 19 anos, foi decretada sua prisão preventiva pelo Poder Judiciário.
Nesta terça-feira (22), a PCPR realizou diligências para dar cumprimento às determinações judiciais. A mulher foi localizada e encaminhada ao posto de monitoramento para instalação do dispositivo eletrônico. O homem não foi localizado e encontra-se formalmente na condição de foragido da Justiça.
A PCPR solicita o auxílio da população para a localização do foragido. Qualquer informação que possa contribuir para a sua localização pode ser repassada de forma totalmente anônima pelo whatsapp (45) 3576-1407, pelo Disque-Denúncia 181 ou por meio das redes sociais da 6ª Subdivisão Policial (6ª SDP): @policiacivilfoz, no Instagram, e Polícia Civil – 6ª S.D.P – Foz do Iguaçu, no Facebook.
Assessoria Polícia Civil
